Como pequenos atrasos no fluxo de laudos da telerradiologia impactam a rotina médica e o atendimento ao paciente
Na telerradiologia, o tempo é um fator muito importante. Com profissionais trabalhando de forma remota e um alto volume de exames, qualquer falha no fluxo pode gerar janelas de espera maiores do que o esperado.
Na maioria dos casos, o ponto crítico está na forma como o exame chega ao radiologista e não na execução do laudo.
Exames em espera
É muito comum o radiologista não estar com a plataforma aberta 100% do tempo, por inúmeros motivos, então alguns exames prontos para laudar podem passar despercebidos. Sem notificações ou alertas claros, o profissional só percebe a disponibilidade do exame quando acessa o sistema manualmente, o que pode criar uma fila de exames aguardando a análise.
Esse cenário é ainda mais frequente em operações de telerradiologia, onde um mesmo radiologista pode atender diferentes instituições com sistemas distintos ao logo do dia.
A rotina remota na telerradiologia
O modelo de telerradiologia trouxe muitas facilidades, como a flexibilidade e otimização de recursos. Porém, também criou alguns desafios específicos na rotina.
Diferente de um ambiente presencial, onde o fluxo é mais visual e imediato, no trabalho remoto a radiologia depende quase que totalmente da plataforma para saber quando um exame está pronto para análise. Se essa comunicação não for clara ou ativa, o exame pode ficar aguardando mais tempo do que deveria.
Fluxo e tecnologia caminham juntos
Na telerradiologia, o tempo é parte essencial do trabalho de todos os envolvidos no processo. Quando o fluxo não acompanha a rotina, surgem períodos de espera que impactam a operação como um todo, em exames que exigem urgência, por exemplo.
Entender onde esses intervalos acontecem é um passo importante para avaliar processos e encontrar soluções para garantir mais previsibilidade na entrega dos laudos.
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