Gestão

O que buscar quando contratar um sistema RIS?

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Quer contratar um sistema RIS completo mas não sabe mais itens são necessários para uma boa gestão operacional? Reunimos as principais funcionalidades para você.

O Sistema de Informação de Radiologia, ou em inglês Radiology Information System (RIS) é uma ferramenta para gerenciamento de processos do fluxo operacional de centros de imagem e clínicas de Radiologia.

Um dos mais importantes sistemas de um centro de imagem, o software tem como objetivo rastrear todo o caminho percorrido por um paciente na unidade médica. Por isso, ele precisa armazenar e propagar informações e noções sobre o trabalho de uma clínica radiológica, desde o agendamento de procedimentos até o faturamento.

Contar com um bom sistema RIS significa mais praticidade e produtividade à equipe envolvida, que passa a automatizar e padronizar processos. Dessa forma, o do uso desse sistema resulta em agilidade e evita erros em todo o fluxo de trabalho.

Mas, para uma solução de RIS ser realmente completa, é necessário que ela conte com algumas ferramentas e funcionalidades primordiais para a gestão da sua clínica. Listamos aqui algumas das mais importantes:

1. Agenda

Quando se pensa em RIS, a primeira funcionalidade que vem em mente é a agenda. Substituta da antiga agenda de papel, a agenda do RIS deve ser dinâmica e conter campos de cadastro abrangentes e inclusivos. Além disso, alguns módulos de check-in, encaixe e relatórios também são fundamentais.

Complementar a agenda, opções de auto agendamento e pagamento online, além envio automático de mensagens de confirmação, também são de extrema importância para negócios que queiram se manter competitivos no mercado atual.

2. Worklist

A ferramenta de Worklist serve para integrar as informações de cadastro fornecidas pelo paciente no momento do agendamento ou ckeck-in ao equipamento de exame.

Presente em sistemas RIS, a Worklist fornece a lista de agendamentos confirmados para o técnico do equipamento, que seleciona o paciente em questão e inicia o exame já com os dados salvos.

A maior vantagem é que além de evitar erros no cadastro do exame e discrepâncias entre o cadastro do paciente no sistema gerencial e dos dados que são vinculados nas imagens, gera maior produtividade no fluxo da sua clínica. Uma vez que economiza tempo da equipe e elimina o risco de duplicação de exames.

3. PEP

Presente em soluções RIS, o Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é um documento que deve ser atualizado a cada novo encontro do paciente com o prevedor. Os registros eletrônicos incluem histórico familiar, diagnóstico e tratamento, além de prescrição de medicamentos, exames diversos, evolução do tratamento e outros detalhes vitais necessários para fornecer assistência a cada paciente.

Quando integradas ao RIS, as informações registradas no PEP podem ser acessadas facilmente por médicos, enfermeiras e técnicos para oferecer diagnósticos e tratamentos contextualizados.

Seja em consultas, seja em intervenções e demais procedimentos, esses profissionais tornam-se mais capazes de tomar decisões com um histórico reunido compreensivo.

4. TISS e TUSS

Realizar o faturamento de convênios corretamente é fundamental para a saúde financeira de clínicas e centros de imagem. E o TISS e TUSS são normas obrigatórias que podem te ajudar a reduzir problemas.

A implementação um sistema RIS completo auxilia os profissionais no momento de registrar os procedimentos e exames, e segue todos os padrões previstos pela legislação. Além disso, a gestão de cadastro de procedimentos deve contar com integração CBHPM para facilitar a geração de guias e faturamento de convênios.

A solução escolhida precisa possuir regras para geração de valores diferenciados para parceiros além de formas de pagamento para procedimentos particulares, para prever todas as necessidades de fluxo de caixa da instituição.

Neste caso, a gestão de glosas também se torna simples e eficiente, assim também como a criação de relatórios para controle de produtividade dos procedimentos executados.

5. Financeiro

O RIS escolhido também precisa contar com um módulo financeiro estruturado e com funcionalidades pensadas para o fluxo operacional de clínicas reais. Parte importante do gerenciamento dos negócios, as funcionalidades devem facilitar tarefas como o repasse médico.

Para isso, relatórios e gráficos de Business Analytics podem gerar insights importantes na tomada de decisões por parte dos gestores financeiros.

6. Integração

Para garantir a eficiência dos processos das clínicas, é necessário que o RIS escolhido tenha integração facilitada com os demais sistemas utilizados na unidade.

Especialmente com o PACS, responsável pelo armazenamento, produção de laudos, e compartilhamento de exames, a integração é essencial para entregar a qualidade exigida ao diagnóstico.

A integração desses sistemas também otimiza processos, principalmente no que diz respeito a cadastros e compartilhamento de resultados e aidna garante um registro único do paciente, tornando o gerenciamento das informações mais completo quando combinado a outros dados clínicos.

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