Universidade está desenvolvendo RM de 15 minutos

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Equipe de pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, está trabalhando para desenvolver um equipamento de ressonância magnética no qual os exames duram apenas 15 minutos.

O desenvolvimento desse novo equipamento de ressonância magnética está sendo possível graças a doação de $ 21 milhões de dólares do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame norte americano.

Reduzir a duração do procedimento deve beneficiar pacientes com Parkinson, idosos, crianças ou qualquer outro paciente que apresenta problema com o tempo longo do exame.

O estudo deve durar cinco anos e ainda está na primeira fase. Para os desenvolvedores, além de reduzir o tempo de duração do exame, também devem aprimorar a qualidade das imagens.

Ressonância magnética com sensibilidade multiplexada codificada, e tecnologia de imagem de tensor de difusão desenvolvidas por Chen são pontos de partida da equipe para este novo projeto.

Esse processo acabou por resultar a introdução de um ruído indesejado nas imagens, de acordo com o release da UA. Mas um método de “denoising” já foi adaptado para corrigir esses problemas.

O que dizem os cientistas
Em um comunicado da UA, Nan-kuei Chen, PhD, pesquisador principal e professor associado do Departamento de Engenharia Biomédica da Universidade do Arizona, afirma que, melhorando a qualidade dos exames, é possível atrasar o progresso de possíveis doenças.

“Com esta pesquisa, os exames de ressonância magnética serão mais rápidos e de melhor qualidade e produzirão informações mais ricas, para que possamos estar mais bem informados sobre o estágio da doença ou até ver se há alguma anormalidade no sinal cerebral antes que a doença seja diagnosticada”, diz Dr. Chen.

De acordo com o presidente da Universidade, Robert C. Robbins, a equipe responsável pela pesquisa está refinando tecnologias já existentes para entender e informar melhor sobre o diagnóstico de pessoas que sofrem com distúrbios neurológicos.

No mesmo comunicado, ele afirma: “melhorar a qualidade de uma ressonância magnética e, ao mesmo tempo, reduzir o tempo que leva para fazer a imagem, seria um grande passo para os médicos e pacientes”.

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