Sequestro de dados de saúde cresce no Brasil

Computer code on a screen with a skull representing a computer virus / malware attack.

No último dia 2, a Santa Casa de Pirajuí teve seu sistema atacado por hackers. Em troca, a exigência era que o pagamento fosse feito em bitcoins. Como o hospital não aceitou fazer o pagamento, acabou tendo vários serviços prejudicados.

Hackers atacam sistema de Santa Casa de Pirajuí e exigem bitcoins

As ameaças digitais são um medo cada vez mais recorrente tanto em hospitais quanto em clínicas. Nos últimos anos, diversos ataques foram registrados pelo mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, é possível citar o da rede Medstar, na Columbia, Maryland, no Hospital Metodista, e segue a lista.

Todos os ataques são casos de ramsomware, ou seja, os hackers “sequestram” informações de pacientes da base de dados do hospital. Cobrando uma alta quantia em dinheiro para devolvê-las.

No ano de 2015, outro caso de ciberataque foi um dos maiores nos Estados Unidos. Informações médicas de mais de 80 milhões de pessoas foram vazadas. Os números mais expressivos na seguradora de saúde Anthem Inc, e na Universidade da Califórnia.

O setor de saúde é, infelizmente, recordista em sofrer com ciberataques. Segundo pesquisas, as ameaças digitais a esse setor chegam a acontecer com até 200% a mais de frequência do que em outras áreas. Isso porque informações de saúde valem até dez vezes mais do que dados de cartão de crédito, por exemplo.

Alerta
A segurança de dados no setor da saúde tem se tornado um assunto cada vez mais debatido por todo o mundo. Isso porque há uma comoção internacional pela busca do aumento da segurança dos sistemas. Bem como a incrementação de políticas que visem evitar as ameaças digitais.

O principal alvo dos ciberataques são os hospitais. Portanto, nesses mesmos espaços é fundamental atentar-se para os sistemas de gestão e prontuário do paciente. Além disso, deve-se analisar o quanto essa solução garante o controle de gestão e acesso dos usuários. Ao passo que consolida informações e facilita o monitoramento ativo por parte da equipe de TI.

Sistemas de hospitais e clínicas que estão expostos a ataques de ramsoware também tornam-se vulneráveis em outros aspectos. Vulnerabilidade financeira, operacional e de reputação podem se tornar comuns nesses casos. Portanto, a segurança deve ser uma prioridade nesse setor. Pois os resultados da falta dela estão muito além do vazamento de informações confidenciais.

Solução em armazenamento e segurança
Através do armazenamento em nuvem proporcionado pela Medcloud, você conta com a total proteção dos dados de sua clínica/hospital. Além disso, outra facilidade dessa solução é o tempo de armazenamento dos dados. Respeitando a obrigatoriedade que consta na resolução do CFM Nº 1.821/070, que diz que exames médicos devem ser guardados por, no mínimo, 20 anos.

Mais posts do blog

ver todos