Pesquisa da Philips aponta a importância da inovação para o fluxo de trabalho de equipes de radiologia

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Focado em identificar os maiores problemas encontrados por profissionais de radiologia, um dos princiapis achados do estudo foram níveis alarmantes de estresse e desgaste entre as equipes.

A Philips lançou, no início do mês de novembro, um estudo chamado Radiology Staff in Foccus que observou profissionais do ramo da radiologia nos EUA, Alemanha, França e Reino Unido. A pesquisa se dedicou a encontrar pontos em que a tecnologia pode auxiliar nos fluxos de trabalho, resultados de imagem e na satisfação e relacionamento com o paciente.

Nos quatro países pesquisados, tecnólogos de radiologia e diretores de imagem expressaram apenas satisfação moderada com seus empregos. Além disso, foram relatados altos níveis de estresse e desgaste.

Falando em números

Os dados foram coletados nos quatro países entre maio e junho deste ano. De acordo com o estudo, os níveis de estresse relatados foram assustadoramente altos.

Dentre eles, 97% dos tecnólogos que trabalham na Alemanha relataram níveis moderados ou graves de estresse no trabalho, 54% no Reino Unido, 44% nos EUA e 40% na França.

Nos EUA, os resultados mostram que os diretores de imagem estavam subestimando o desgaste sentido pelos tecnólogos, apontando para uma “lacuna de comunicação” entre funcionários e gerência, de acordo com o relatório.

“Trinta e seis por cento dos técnicos norte americanos relatam esgotamento moderado a alto, mas os diretores de imagem avaliam apenas 17% dos técnicos sentindo-se esgotados nessa medida”, observaram os pesquisadores.

Em todas as regiões pesquisadas, a carga de trabalho foi citada como de longe a maior fonte de estresse e desgaste para as equipes de imagem.

Pontos de melhorias

Questões relacionadas à programação da equipe, comunicação, fluxo de informações e falta de apreciação foram identificadas como alguns dos outros fatores que aumentam a pressão no ambiente de trabalho.

Além disso, as equipes de imagem disseram acreditar que quase um quarto de seu trabalho poderia ser automatizado.

“Automatizar processos relacionados ao agendamento de pacientes e funcionários, preparação do paciente, protocolos e seleção de protocolos, planejamento pré-exame (por exemplo, contra-indicações e implantes), posicionamento do paciente, análise e pós-processamento de imagens e resultados de preparação a serem enviados ao PACS, ajudariam muito a equipe de imagem a gastar menos tempo com a tecnologia e mais tempo com os pacientes”, afirmam os pesquisadores.

“Concentrar os esforços de inovação nessas áreas tem um grande potencial para melhorar o fluxo de trabalho e a produtividade, aumentar a satisfação do paciente e diminuir o estresse e a exaustão da equipe”.

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