Imagens de TC ultra rápidas podem diagnosticar AVC

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Imagens de TC de apenas um minuto podem ser efetivas para diagnosticar acidentes vasculares cerebrais.

Recentemente divulgado pelo Journal of Neurology, um estudo afirma que imagens que resultam de Tomografias Computadorizadas realizadas em aproximadamente um minuto tem qualidade suficiente para diagnosticar AVC e anormalidades intracranianas.

O objetivo desses exames realizados às pressas é contemplar pacientes que não podem ficar parados por muito tempo, incluindo até mesmo as crianças.

Dr. Kyeong Hwa Ryu, e colegas da Escola de Medicina da Universidade Nacional de Gyeongsang, na Coréia do Sul, se dedicaram a estudar uma amostra de 25 pacientes com imagens de ressonância magnética de resultantes de um minuto de exame. Para isso, foram usados vários protocolos ponderados, incluindo imagem por tensor de difusão, durante um período de três meses.

Como foi realizado
Os pesquisadores usaram o que chamaram de “métodos simples” – técnicas de geração de imagens paralelas, técnica multibanda na sequência de difusão e recuperação de inversão atenuada por fluido eco-planar – para reduzir o tempo de varredura ao mínimo necessário.

Em seguida, compararam essas imagens com as resultantes de procedimento de ressonância magnética de cérebro padrão e aumentadas por técnicas de ressonância magnética sintética.

Dois leitores independentes usaram uma escala de quatro pontos para avaliar a qualidade da imagem entre os métodos ultrarrápido e padrão.

Conclusões
Os autores então relataram que o protocolo padrão rendeu qualidade de imagem global superior e delineamento anatômico em comparação ao seu processo ultra rápido experimental.

Porém, o protocolo de um minuto rendeu imagens descritas com qualidade geral e delineamento anatômico suficientes.
Outro ponto positivo descrito pelos autores é que as imagens dos procedimentos ultra rápidos possuem menos artefatos do que as demais.

Os pesquisadores reconhecem que sua pesquisa ainda precisa de mais estudo e apuração para que haja confirmação ou refutação. Mas sugerem que pode ser uma alternativa para clínicas e profissionais que lidam com pacientes pouco colaborativos.

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