A evolução dos sistemas PACS

A evolução dos sistemas PACS

PACS: O que esperar da Radiologia Digital nos próximos anos.

Há aproximadamente 31 anos, o American College of Radiology e o National Electrical Manufacturers Association publicavam oficialmente a versão 1.0 do DICOM (Digital Imaging and Communications in Medicine) – protocolo esse fundamental para os sistema PACS.

Em meados de 1993, graças ao excelente trabalho do ACR/NEMA, surgia a 1ª geração de sistemas PACS. Sistemas em arquitetura cliente-servidor com capacidades limitadas de armazenamento.

Sete anos após, o ano 2000 trouxe para a radiologia um fator que mudaria as possibilidades do setor para sempre: A Internet. Com a popularização da rede, os sistemas PACS da 1ª geração ganhavam meios de conectividade remota. Surgia então a 2ª geração.

Durante os próximos 16 anos, a 3º geração foi viabilizada graças ao avanços de hardware, da riqueza de recursos de interpretação de imagens, da computação em nuvem e da mobilidade.

31 anos se passaram; avanços importantes foram feitos. Agora, com nenhum compromisso com a aplicabilidade atual das leis da física, viajaremos para o ano de 2047, em uma análise preditiva que leva em consideração as tendências atuais de mercado.

1) I.A é uma realidade. A interpretação de padrões e o suporte computacional à decisões de diagnóstico são tão populares quanto voice recognition foi há 31 anos. Grande maioria dos estudos são interpretados primariamente através de recursos cognitivos e de inteligência artificial para posterior revisão por radiologistas.

2) Sistemas PACS da 1ª e 2ª geração são tão comuns quanto um vídeo cassete foi em 2016. Graças a plataformas computacionais em nuvem, ferramentas de gerenciamento de exames foram abstraídas em um modelo web All-In-One, preferível graças a segurança, recursos e escalabilidade – do ponto de vista operacional e de negócio.

3) Graças a diversidade nas formas de acesso e da popularização de IoT (Internet of things), termos como Telerradiologia e Radiologia se tornaram indistinguíveis.

4) Algumas formas de acesso imersivo para diagnosticadores lembram os antigos hologramas e a realidade virtual que tínhamos há 31 anos. O nível de recursos ofertados proporcionam meios de exploração surpreendentes até para os residentes do ano de 2047.

5) A atuação de pacientes no compartilhamento de dados vitais e de saúde se tornou muito mais transparente e flexível. Graças aos sinais vitais coletados através de de implantes informatizados, anamneses e questionários médicos se tornaram obsoletos.

Nota do redator: impressoras ainda podem ser vistas, mas o uso foi massivamente minimizado devido a inclusão de dispositivos móveis na relação entre prestador e consumidor. Até o momento dessa publicação, o último lançamento da Apple foi o iPhone 28.

 

Conectividade para a vida

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